quarta-feira, 8 de julho de 2015

A Arma.

A arma mais devastadora já foi inventada há tanto tempo que se tornou esquecida, apesar de estar sempre ativa passa despercebida, mas tem o dom de ferir mais do que mil bombas e ser mais devastadoras que o próprio apocalipse.

Essa arma e a palavra e sua tecnologia a língua, ambas são capazes de destruir de forma catastrófica, famílias, amizades, empregos, cidades, estados, país e o mundo, tal e seu poder midiático.

Respeitar o espaço para ser respeitado, lutar por igualdade sem ser desigual ao próximo, instigar sem desrespeitar o outro, saber que cada ser tem sua individualidade, crença, sua cultura e costumes que devem ser respeitados por quem segue e por todos a sua volta.

A língua deve ser mantida em seu lugar, pois sua ação desmedida já ocasionou guerras, tragédias e dramas. Uma palavra dita fere mais do que a pior arma já inventada, o ferido não esquece a ferida cicatriza, mas continua doer. Não seja você a ferir alguém guarde para si, para não magoar um filho um ente querido amigo colega de trabalho, pois você o esquece, mas ele nunca se esquecerá de você! 

O preço da palavra mal dita se paga durante a existência nem antes e nem depois, mas agora!
O Tempo


Amigo cruel, pois ele não para, e no seu ritmo frenético e ao mesmo tempo de calmaria, segue, o agora já passou, o ontem é passado o depois o futuro, que já chegou agora em um ciclo constante no tempo, como a areia que escorre na ampulheta. 

Tempo que me deixa no passado, me carrega no presente e me enche de mistério sobre o futuro, que se faz agora neste tempo.

Tempo todos precisam de mais tempo, queremos mais tempo, mas o que fazemos do tempo, preciso de tempo para pensar em todo esse tempo que preciso para refletir sobre o tempo.

Lembro-me do passado da ingenuidade da criança perdida no tempo, da impetuosidade do jovem que tinha todo tempo, da realidade do presente do homem que tem pouco tempo e no futuro do ancião que aproveitara melhor o seu tempo.

Diz o velho sábio já calejado pelo tempo uma frase escrita em algum lugar, "Que o passado é uma lembrança, o futuro um mistério e o agora uma dádiva divina dada pelo Grande Mestre Deus em seu amor fraterno, por isso se chama presente".

Viva não perca mais tempo pensando no tempo que teria se não perdesse tanto tempo.




Ponta Porã Linha do Tempo: Arquivo pessoal de Rodrigo Perin. Imagem histórica, Henrry Amorim Costa (Governador do novo Estado de Mato Grosso do Sul) Gaúcho de Cruz Alta político celebre destes tempos, nesta foto de 1979, entregando a faixa de primeira prenda do CTG Querência da Saudade em Ponta Porã, CTG da fronteira sempre foi frequentado por autoridades de dentro e fora do estado. “Em matéria de Clube, Ponta Porã tem, desde 1978, um que merece referência especial: é o Centro de Tradições Gaúchas – Querência da Saudade e que já nasceu vitorioso. Fundado por um grupo de gaúchos e filhos de gaúchos, logo no primeiro ano o CTG começou a construção de uma sede campestre em terreno localizado a 6 km do centro da cidade, com 1500m² de área construída, onde já se acham prontos: salão restaurante, gabinete médico, sanitários, cozinhas, etc...” ELPIDIO REIS, Ponta Porã Polca, churrasco e chimarrão, Rio, 1981. Pág. 128. 

domingo, 19 de abril de 2015

Ponta Porã Linha do Tempo: Arquivo pessoal de Jakson Borralho. Na foto épica o Presidente neste período histórico do Brasil Getúlio Vargas, assessor e seu Ministro Negrão de Lima, que aparece em (2º plano) saúdam o grande político de seu tempo o pontaporanense de coração o gaúcho Drº Lício Borralho, no Palácio do Catete sede do então governo Federal da época no Rio de Janeiro a capital Federal do Brasil neste momento histórico em que essa imagem foi registrada. Drº Licio Borralho, foi 3 vezes prefeito de Ponta Porã, ajudou a construir o quartel do 11º RCI com recursos próprios, fundou as cidades de Bonito e Amambai, e graças a sua influencia e amizade com o Presidente do Brasil Getúlio Vargas transferiu através de decreto o Território Federal para a fronteira em especial cidade de Ponta Porã.

Ponta Porã Linha do Tempo: Arquivo pessoal de Jakson Borralho. Na foto Drº Lício Borralho,  foi 3 vezes prefeito de Ponta Porã, ajudou a construir o quartel do 11º RCI com recursos próprios, fundou as cidades de Bonito e Amambai, e graças a sua influencia e amizade com o Presidente do Brasil Getúlio Vargas transferiu através de decreto o Território Federal para a fronteira em especial cidade de Ponta Porã, no mandato de Deputado através de emendas e projetos conseguiu a construção da ponte do rio APA na região de Bela Vista e diversos outros empreendimentos culturais no estado como a construção da casa da cultura de cuiabana MT e na cultura de Corumbá MS.

domingo, 5 de abril de 2015

http://primeirahorams.com/2015/03/15/ponta-pora-linha-do-tempo-o-imperio-ervateiro-no-tempo-de-thomaz-laranjeira-a-dom-francisco-e-miguel-rodrigues-no-sul-de-mato-grosso/

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ponta Porã Linha do Tempo:



Ponta Porã Linha do Tempo: Foto Arquivo da Família Rodrigues (Francisco Rodrigues in memoriam). Acervo de Carlos Morel. Francisco Rodrigues e sua esposa Joaquina Rodrigues, recebendo uma foto como lembrança do seu filho Adriano Rodrigues, que neste período histórico tinha 11 anos de idade. imagem de 1945.